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Desventuras em Mercado Bain

Loriana, a Maga Pistoleira

Loriana,a Maga Pistoleira

Oh puxa… parece que mais uma vez meus sonhos me conduziram até aqui. Boa Noite, senhor Borba. Senhor Borba…?

Deeglit: Ora ora, olá formosa lady. Deve ser a Loriana de quem Borba falou-me. Infelizmente, meu bom amigo Borba não está aqui. Aquele homem viajou para as festas de fim de ano… nesse momento em que falamos, ele deve estar na praia, mais vermelho que um camarão. Mas diga-me se posso ajudá-la, milady?

Bem, na realidade esperava encontrar o senhor Borba para poder contar-lhe sobre minha jornada e de meus amigos, na tentativa de recuperar a alma de Igor…

Deeglit: Entendo. Bem, como o bardo que sou, não posso permitir que uma história como essa não seja contada. Por favor, discorra sobre os fatos, e conte comigo para repassá-los a Borba.

Que seja então.

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Feliz Natal!

Borba, o Taverneiro
Borba,
o Taverneiro
Deeglit, o Bardo
Deeglit,
o Bardo
Igor, o Necromante

Igor,
o Necromante
Loriana, a Maga Pistoleira

Loriana,
a Maga Pistoleira

merry-christmas-love-hina

Eu sei que é natal e coisa e tal, mas não posso deixar de externar meu ódio pela formatação do WordPress ^^

Um Sistema Para Iniciantes

Borba, o Taverneiro
Borba,
o Taverneiro

Eu tomo partido pela popularização do RPG, através da formação de novos jogadores. Pouco me importo com o que eles irão jogar, eu jogo o que me diverte, e espero que façam o mesmo. Meu único interesse é a ampliação do mercado de RPG, que, acredito, traria benefícios para todos os atuais jogadores. Mais lançamentos, com sorte preços menores, e menos preconceito. E caso parte dos novos jogadores tenha gosto semelhante ao meu, poderei ter mais jogadores e mestres também.

Recomendo as seguintes leituras, sobre RPG para iniciantes:

E ainda Platypus – a primeira vez! (Terra do Nunca), sobre aventuras absurdas, porque elas só são absurdas para você que está acostumado com regras e mundos rígidos, os iniciantes não estão! E por fim, Quatro Blocos Fazem Um Background (Camilo RPG), com um método simples para fazer biografias de personagens, porque eu acho que interpretação é a chave da diversão desde a primeira sessão. Aliás, incorporei os campos do método do Camilo no meu protótipo de ficha de personagem.

Primeiro, esse sistema não pretende ser um sistema fácil, pretende ser um sistema para iniciantes mesmo. Uma vez que você não é mais iniciante, provavelmente irá querer jogar sistemas mais sólidos e completos. Por isso, embora seja possível continuar ganhando níveis eternamente, eu não recomendo que isso seja feito além do sexto nível.

Regras fáceis. Nada de perícias, poderes, magias, talentos, o que for. O Sistema (que eu batizarei apenas de “Sistema”) possui apenas quatro atributos, sendo dois para ataque e dois para defesa. Porque esse enfoque no combate? Não é um enfoque no combate, é um enfoque na sorte, e na maioria das situações você dispõe de tempo para fazer o que é preciso ou pode resolver tudo apenas interpretando. Eu acredito que tornar tudo em jogada de dado tira boa parte da diversão do jogo, mas que jogadas de dados ainda são necessárias em alguns casos. A situação em que a jogada de dado é mais necessária, a meu ver, é justamente o combate, é o momento em que a sorte realmente entra em cena.

Atributos:

  • Poder Físico
  • Defesa Física
  • Poder Sobrenatural
  • Defesa Sobrenatural

Poder físico é porrada, é golpe com arma, é mira, precisão, agilidade. Quando ataca com seu Poder Físico, você ataca a Defesa Física do inimigo. Poder Sobrenatural é magia, poder mental, a Força, o ki, o cosmo. Quando ataca com seu Poder Sobrenatural, você ataca a Defesa Sobrenatural do inimigo. Poder Físico e Poder Sobrenatural podem ser combinados em um só ataque, e nesse caso, o inimigo usará sua melhor defesa, Física ou Sobrenatural, para se defender. Essa regra gera situações bizarras, como o psiônico que usa o Poder Sobrenatural para mover uma rocha sobre você, e mesmo assim, você tem que se defender com Defesa Sobrenatural? Gera sim, mas o jogo ainda será divertido. E é só para iniciantes. E no fim, nada impede que o mestre use sua prerrogativa de mestre para determinar mudanças nessa regra. E mais uma vez, só para reforçar: todas as situações que não são de combate são resolvidas apenas na interpretação dos personagens.

Exemplos: Quando o Goku dá um soco, um chute, ele está usando Poder Físico. Quando ele solta um Kamehameha, ele está usando Poder Sobrenatural. Quando o Seiya dá um Meteoro de Pégasus, ele está usando Poder Físico e Poder Sobrenatural ao mesmo tempo. Quando o Ikki dá um Golpe Fantasma de Fênix, ele está usando apenas Poder Sobrenatural. Quando o Luke luta com sabre de luz, ele está usando Poder Físico. Quando o Darth Vader move objetos com a Força contra ele, está usando Poder Sobrenatural.

Todos os atributos de um personagem no nível 1 começam com 1. E ele tem 1 ponto para aumentar qual atributo quiser, e ganha mais 1 ponto por nível.

Como funciona?

Só usamos D6, o dado clássico, porque é muito fácil conseguir um. Quando vai atacar, o personagem descreve o seu ataque, da melhor forma possível. O mestre dá a ele um número de dados equivalente a quão bem ele descreveu o ataque. Se ele disser, “eu bato com a minha espada”, ganha um dado só. Se ele disser “eu finjo que ataco pela esquerda, mas ataco pela direita com a minha espada”, ganha dois dados. Se disser “eu dou um chute para atordoá-lo, me movo para trás dele e faço um corte fundo na lateral do abdômen dele até as costas”, ganha três. São exemplos, claro, apenas para dar idéias. Claro que o bom senso continua sendo regra, e ao mestre cabe impedir a execução de movimentos impossíveis. Nada de “eu corto as duas pernas dele, subo em cima do corpo caído e enfio minha espada no peito dele, e tiro o coração ainda batendo”, ou ainda, “eu jogo areia nos olhos dele, enquanto isso corro até o orelhão mais próximo e digito meu código secreto para disparo de armas nucleares”. O atacante rola então os seus dados, e soma a cada um deles o seu Poder Físico, ou Poder Sobrenatural. Um ataque feito com ambos Poderes soma os dois. Então o defensor joga a mesma quantidade de dados que o atacante, e soma a cada um deles a Defesa adequada. Depois disso, é como War: os resultados de ambos são ordenados do maior para o menor, e comparados. O empate é da defesa.

Cada acerto do ataque causa 1 de dano. Qualquer personagem tem 5 pontos de vida. Quando zera, morre, cai inconsciente, tanto faz, o mestre decide. E se os personagens zerarem? Bom, é um pouco mais difícil para os personagens zerarem os pontos de vida. Eles tem 5 “recuperações heróicas”, que podem usar a qualquer momento (até quando estiverem só com zero pontos de vida) para recuperar todos os seus pontos de vida denovo. Sugiro ainda que criaturas muito grandes, muito fortes, ou os chefes, tenham mais do que 5 pontos de vida.

Ficha:

Nome do personagem:

Nome do jogador:

Espécie:

Conceito:

Tipo:

Objetivo:

Problema:

Poder Físico:

Defesa Física:

Poder Sobrenatural:

Defesa Sobrenatural:

Pontos de Vida:

Recuperações Heróicas:

Mais uma vez, me perdoem por não ter paciência com a formatação do WordPress.

É isso, espero ser útil. Eu agora só preciso de iniciantes… ;)

A Madrugada dos Mortos-Vivos

Loriana, a Maga Pistoleira
Loriana,
a Maga Pistoleira

Ahn? Mas… mas que raios de lugar é esse, por Morrow?! Será que é obra de algum servo de Thamar? Não… não é possível. Paramos para acampar, e eu me lembro bem de ir dormir. Então… como vim parar aqui?!

Borba: Ainda está dormindo, bela Senhorita. A Nova Taverna possui muitas entradas, e o sonho é uma delas. Eu me chamo Borba, sou o Taverneiro. Qual é o teu nome?

Meu nome? Sou Loriana Grigorovich…

Borba: Ah, já ouvi falar de você. É amiga do Igor, não? Fiquei sabendo que algo deu errado com ele. Poderia nos contar o que aconteceu, por favor?

Errado? É… algo realmente deu errado com ele. Aliás, por muito pouco, eu diria, algo não deu errado com o resto de nós. Continuar Lendo »

Quero Meu XP!

Borba, o Taverneiro
Borba,
o Taverneiro

Olá, meus amigos! Mais uma vez, venho aqui inspirado por outro blogue. Mas esta regra eu já testei na minha última aventura. Me pareceu ter funcionado, mas como foi basicamente lutas e mais lutas, não pude tirar conclusões definitivas. A próxima sessão será bem diferente, e decisiva. Desta vez, trata-se de uma regra diferenciada para experiência. Como de costume nesta taverna, é uma regra caseira para D&D. Sugiro fortemente que leiam o artigo original [WoD] Pontos de Experiência, do blogue Rpg Sem Compromisso. WoD? Sim, a regra do Mestre Emílson que me inspirou é para o Mundo das Trevas. Logo, eu precisei dar uma boa adaptada.

Primeiro, experiência em D&D é exponencial. Resolvi este problema estabelecendo que a sessão “valia” um tanto arbitrário de experiência. Quem fosse ótimo em todos os quesitos, ganharia XP integral. Segundo, diferença de nível faz muita, er… diferença, em D&D, já que o combate é muito importante mesmo em campanhas onde ele não é elemento central. Isso sem mencionar perícias, talentos, e outras tantas coisinhas que só se ganha passando níveis. Então estabeleci que o patamar mínimo, para quem não fizesse absolutamente nada, seria 50%. É uma diferença grande o bastante para quem alcança os maiores patamares se sentir recompensado, e pequena o bastante para a diferença de níveis entre os personagens não atingir níveis estratosféricos. A menos que o jogador seja reincidentemente péssimo, caso no qual ele merece estar tantos níveis abaixo. Também reformulei levemente as questões originais de Mestre Emílson. Retirei a questão sobre atraso, mas isso é algo particular de meu grupo; grupos que prezam e podem cumprir horários, sugiro a reintrodução dessa questão. E por fim, fundi as questões sobre interpretação e interação em uma só. O resultado, vê-se abaixo:

Experiência da Sessão:

Antes de começar, estabeleça quanto XP irá valer esta sessão.

Questões:

  1. Aprendeu alguma coisa durante a sessão?
  2. Teve uma boa interpretação, inclusive interagiu com PCs e NPCs de acordo com o seu personagem?
  3. Teve uma participação razoável no capítulo?
  4. Tomou decisões nas horas necessárias?
  5. Foi heróico sem ser estúpido?

Para cada questão, atribua uma nota de 0 (zero) a 2 (dois), sendo 2 uma atuação excelente, e 0 uma péssima atuação. Então, soma as notas das questões, e consulta a tabela.

Tabela:

Me desculpem pela tabela não ser uma tabela, mas o WordPress tem problemas graves com tabelas, que eu desisti de enfrentar.

  • 0: 50%
  • 1 a 2: 60%
  • 3 a 4: 70%
  • 5 a 6: 80%
  • 7 a 8: 90%
  • 9 a 10: 100%

No caso de minha última aventura, como foi basicamente luta e não muito mais que isso, todos ganharam aproximadamente a mesma experiência, e aproximadamente o que vinham ganhando normalmente. Talvez para aventuras com muitos combates seja melhor usar o sistema tradicional de experiência mesmo. De todo modo, ainda vou testar isto numa aventura com menos combates.

Mensagem Para Fausto

Igor, o Necromante
Igor,
o Necromante

Fausto, se estiver lendo isso agora, é porque não matei o mensageiro. O que significa que eu fracassei, de alguma forma. Azazel ou Batraq devem ter aprontado comigo. Durante o último mês, fiz incontáveis rituais de proteção em Bóris, daqueles que se eu tivesse feito em mim, Azazel teria desconfiado com certeza. Bóris provavelmente está vivo, e está indo ao seu encontro. Eu estava preparado para o caso de algo assim acontecer, então deixei uma magia preparada para selar meus equipamentos e dá-los a Bóris. Se isso tiver funcionado, Bóris está te levando um baú, que só você pode abrir. É tua herança merecida. Bóris irá levar uns amigos meus, receba-os bem. Há presentes para todos eles no baú. Você é forte, mas se eu fracassei, nem pense em tentar ir sozinho, você não teria a menor chance. Meus amigos podem te ajudar, eles são legais, e eles gostavam de mim. Sei que você gosta de trabalhar sozinho, mas desta vez o tempo urge. Pois, como bem pode imaginar, os itens de poder que te mando como herança só funcionarão corretamente caso você faça o que eu espero que faça. Aceite a ajuda de Bóris, ele é fiel a nossa família desde criança, seu pai era fiel a nós também. E tente trabalhar junto com meus amigos.

Observação: Estou enviando uma cópia dessa mensagem para a Nova Taverna também, eu havia prometido a eles narrar o que aconteceria. Bom, no momento em que escrevo esta mensagem, nada aconteceu ainda, mas é como já disse: Se está lendo essa mensagem, é porque algo deu errado e eu não poderei continuar narrando essa aventura por enquanto. Espero que alguém possa assumir meu lugar como narrador.

Borba, o Taverneiro
Borba,
o Taverneiro

Dia desses li noutro blogue algo interessante sobre ataques múltiplos em D&D. Adoraria dar-te o endereço de tal blogue, mas leio blogues demais por dia, e me esqueci completamente nonde foi, e mesmo olhando todos os blogues que leio com freqüência e o meu histórico de navegação, não consegui encontrar! Estou a pensar seriamente em salvar os endereços de todos os artigos interessantes que encontro. Acho que criarei um “Top 10″ semanal, ou algo que se assemelhe. Mas enfim, já desviei demais do assunto!

Ataques múltiplos. O que este outro blogue propôs foi adicionar o bônus do terceiro ataque como bônus base de ataque para os dois primeiros, e o quarto ataque, se houver, como bônus de dano. O personagem teria então no máximo dois ataques, três em algumas situações especiais. Ataques especiais como a Rajada de Golpes do Monge permaneceriam inalterados. Caso alguém reconheça este artigo e seu blogue original, por favor, avisa-me através de comentário! De todo modo, creio que adicionar o bônus do terceiro ataque como bônus base para os dois primeiros quebraria a linearidade com a qual o bônus base de ataque cresce. E tornaria talentos especiais para aumentar o dano menos valiosos.

Eis que, minha proposta, que ainda carece de teste: Tendo só uma arma, o personagem só pode executar um ataque como uma ação padrão. Como ação de ataque total pode executar todos os ataques aos quais tem direito. Caso esteja portando duas armas, ou uma arma dupla, pode executar dois ataques como uma ação padrão, de acordo com as regras estabelecidas para isso. Magias, talentos, e outras coisas que permitissem um ataque extra, permitiriam um ataque extra ao limite de ataques do personagem em ação padrão e ação de ataque total normalmente. Ataques especiais que já são ataques totais, como a Rajada de Golpes do Monge, seguem inalterados.

O único efeito negativo que me vem a mente por enquanto é que para o Monge não faria sentido algum usar ataque total que não fosse uma Rajada de Golpes na maioria das situações. Esta sugestão de regra também não se pronuncia acerca de criaturas com mais de dois braços ou com armas naturais.

Editado: Foi identificado o artigo que me inspirou a postular esta regra! Veja Algumas sugestões para uma versão 3.75 do Sistema D20 do D&D! (Idéias Malucas do Tio Nitro), no blogue Newton “NITRO” Blog – Nerd’s Paradise, muito obrigado, Newton!

É Hoje!

Igor, o Necromante
Igor,
o Necromante

O dia em que minha ambição se tornará realidade! Meus inimigos sequer suspeitam. Meus amigos menos ainda. Sobre chamá-los de “amigos”, bem, não é porque eu sou ligeiramente maligno que eu não posso fazer amigos, certo? Mesmo se eles forem daquele tipo de gente que sai por aí lutando pelo “bem”. Ok, eu me aproximei deles por interesse. Mas depois de todo esse tempo juntos, sabem o que me une a eles agora? Interesse ainda, óbvio. Não os desejo mal, eles me foram muito úteis, ah, foram sim. Porém hoje é o dia que seguiremos caminhos diferentes. Ou não, vai que eles morrem, eu não desperdiçaria almas tão interessantes… mas ei, não farei nada contra eles, pelo menos não enquanto continuarem vivos, é minha palavra de Mestre do Mal! Bem, receio que não poderei ajudá-los hoje… tudo bem, caso eles sobrevivam, farei com que meus presentes de despedida cheguem a eles. É HOJE!!!

mexicano21: Em resumo, hoje mestrarei uma aventura chave na minha campanha de Reinos de Ferro. Narrarei depois a sessão, bem como comentarei sobre experimentos que eu porventura venha a fazer.

O Chocobo Sério

Deeglit, o Bardo
Deeglit,
o Bardo

Boa noite, caros amigos! É bom revê-los aqui nesta bonita noite de céu estrelado e brisa fresca. Vejo, pois, que meu amigo Borba andou contando-lhes sobre suas aventuras ousadas e perigosas. Eu conheço muitas delas, e tenho a honra de cantá-las ali e lá de vez enquando. Mas hoje venho-lhes falar sobre uma curiosa criatura que tive a oportunidade de conhecer, e que decerto aqueles que conhecem tais criaturas hão de concordar a respeito de sua lealdade, agilidade e simpatia. Refiro-me aos amigos penosos chamados Chocobos, que conheci numa de minhas andanças. Eis que, dentre todas aquelas criaturas magníficas que vi, uma se destacava das outras com muita facilidade, embora não pudesse chamar isso de bom. Era um chocobo muito, muito sério. Diria até mesmo que triste. Era impossível vê-lo feliz mesmo após ganhar uma cenoura (alimento que, por sinal, Chocobos apreciam por demais). De fato, aqueles que o conheciam afirmavam nunca terem visto um leve sinal de sorriso, ou alegria, naquele pobre chocobo.  Ninguém sabia o porquê daquele triste fato. Um dia, contudo, algo aconteceu, e eu tive a oportunidade de presenciar.

Estava o tristonho chocobo, andando, seguindo seu caminho e cuidando de sua vida, como fazia sempre. Claro, como não podia deixar de ser diferente, ele estava sério, triste. Ele andava com sua costumeira displicência, pensando em seus próprios assuntos, quando subitamente, eis que deu-se esse fato: o chocobo tropeçou. E tropeçando, ele caiu.

O chocobo rachou o bico.

Dragão Rosa

Borba, o Taverneiro
Borba,
o Taverneiro

Malditos ratos! Tomaram muito mais de meu tempo do que eu imaginei, aquelas pestes! Pois bem, agora estou livre mais uma vez para falar contigo, e não me esqueci da promessa que fiz! Vou te contar sobre a ocasião em que encontrei um dragão, mas não nenhum desses que vocês certamente já conhecem, não, sequer eu conhecia tal espécie ainda. O dragão que encontrei, pois, era um Dragão Rosa. Tudo aconteceu mais ou menos assim, se me lembro bem:

Estava escoltando uma caravana que viajava numa estrada que atravessava uma planície a perder de vista. Um lugar mui bonito, florido, algumas poucas árvores muito coloridas, era um dia espetacular de primavera. A carga que levávamos não era nada que pudesse atrair a atenção de malfeitores e outros seres malignos. Transportávamos apenas roupas, do mais fino corte. Confesso que eu havia aceitado o serviço, mas não compreendia porque aqueles mercadores temiam por um carregamento de vestidos e saias, camisas e calças, por mais belas ao olhar que fossem. Mas eu iria entender depois: Pois eis que Dragões Rosa adoram roupas, em especial roupas femininas. E aqueles mercadores já haviam escutado histórias sobre carregamentos de roupas que haviam sido atacados, roubados, e todos as pessoas haviam sido mortas ou haviam desaparecido. Eu achava que fosse uma lenda, uma história de bardo apenas.

Mas aconteceu…

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